Brasileira
Livros da Literatura Brasileira
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Companheiros de Viagem
R$25,00A morte é o laço comum das páginas que aqui se seguem. Nelas reúno a saudade com que levei, de perto ou de longe, ao repouso final, algumas das criaturas que mais amei nesta vida ou que por mim passaram deixando um pouco de seu segredo. Aqui estão reunidas as figuras mais humildes e as mais universais... Detalhes -
Como se Dar Bem na Vida, Mesmo Sendo Um Bosta
R$23,00Nada na sua vida dá certo, você é um incompetente no trabalho, um perna-de-pau no futebol e um mané com as mulheres? Não se desespere, nem tudo está perdido! Com este maravilhoso manual para se dar bem na vida, você vai aprender a reverter este quadro que tanto te atormenta! 1ªED. (2005) Politicamente incorretos como nunca, a turma do Casseta & Planeta apresenta neste livro uma divertidíssima sátira aos livros de auto-ajuda com a irreverência, o escracho, o tom demolidor e desconcertante que tornaram o grupo a referência do humor brasileiro. Detalhes -
Coletânea de Textos dos Alunos - Colégio Imaculada Conceição 2002
R$10,00Livro de Literatura brasileira sobre Coletânea de Textos dos Alunos - Colégio Imaculada Conceição 2002 Detalhes -
Chapadão do Bugre
R$16,00Obra-prima do regionalismo mineiro, Chapadão do Bugre (Editora José Olympio) descreve uma paisagem marcada pela violência de disputas, vinganças e paixões. Mário Palmério, também autor de Vila dos Confins, traz a história de José de Arimatéia, um cavaleiro solitário e taciturno, que abriga no silencio e no mistério de seu mundo interior uma paixão Narrado em terceira pessoa, Chapadão do Bugre foi inspirado em uma terrível chacina acontecida numa pequena cidade do interior de Minas Gerais nos primeiros anos do século passado, culminando no assassinato do coronel Neca Medeiros.Para o crítico João H. Weber, Chapadão do Bugre representa o fim do império dos jagunços e coronéis: "Uma força estranha e impiedosa, representada pelo capitão Eucaristo Rosa, se abate sobre o sertão, destruindo tanto os coronéis e suas práticas políticas clientelísticas como o jagunço José de Arimatéia, sem que ninguém (...) possa chegar a entender as normas do novo mundo que se estabelecia no sertão. Apenas Camurça, a mula de José de Arimatéia, percebe, à hora da morte, a realidade. E o faz do ponto de vista dos marginais e oprimidos do sertão. Mas é tarde e a destruição é inexorável". Publicado pela primeira vez em 1965, Chapadão do Bugre, de Mário Palmério, é hoje reconhecido como um dos grandes romances brasileiros do século XX. Detalhes


Raimundo Neto
Raimundo Floriano